sábado, 27 de maio de 2017

Caderno de resumos do VIII Colóquio Rousseau


Já está disponível o caderno de resumos do VIII Colóquio Nacional Jean-Jacques Rousseau, realizado em Curitiba de 17 a 20 de maio de 2017. Para acessar o arquivo, clique aqui.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Programação do VIII Colóquio Nacional Jean-Jacques Rousseau



17-20 de maio

Quarta-feira - 17 de maio
Recepção e inscrições

Mesa-redonda I - 09:00 h - 10:20 h (Mediador Rodrigo Brandão)
- Igualdade e reconhecimento em Rousseau: a leitura contemporânea de Charles Taylor: Renato Moscateli (UFG)
- Pensar a democracia em companhia de Rousseau e Tocqueville: Helena Esser dos Reis (UFG)
- Os Dilemas de Rousseau – uma leitura crítica d’O contrato social à luz de Maquiavel: Marta Nunes da Costa (UFMS)

Mesa-redonda II - 10:25 h - 12:15 h (Mediador Renato Moscateli)
- Rousseau, a filosofia e os filósofos: Pedro Paulo Côroa (UFPA)
- Filosofia e terapia: relembrar, imaginar, esquecer: Claudio Araujo Reis (UnB)
- Rousseau e a ética da tolerância: Israel Alexandria Costa (UFAL)

Sessão de comunicações I - 14:30 h - 16:10 h
- Cidadania e vontade geral: dificuldades acerca da formação do homem civil: Kellen Aparecida Nascimento Ribeiro (Mestranda UFG)
- As influências de John Locke no conceito de propriedade privada em Jean-Jacques Rousseau: Fernando Henrique Ferreira (Mestrando Unifesp)
- Diderot e a sátira: uma caricatura de Rousseau: Kamila C. Babiuki (Mestranda UFPR)

Sessão de comunicações II - 14:30 h - 16:10 h
- Rousseau: da criança apresentada no Emílio ao hipotético homem natural do Segundo Discurso: Francyhélia Benedita Mendes Souza (IC – UFMA)
- O legislador e a vontade geral: Guilherme Rafael Ramos da Quinta (PET/Filosofia – UFPR)
- O direito no segundo Discurso de Rousseau: fim de um ciclo e o retorno à lei do mais forte: Gustavo Guth (Graduando UFPR)

Sessão de comunicações III - 16:15 h - 17:55 h
- A república e as formas de governo n’O Contrato Social de Rousseau: Francielle Silva Cruz (Mestre UEM)
- Legitimidade do governo e a natureza da justiça: a perspectiva contratualista de Hobbes e Rousseau: Isabelle Merlini Chiaparin (IC - UFABC-FAPESP)
- Senso de Justiça em John Rawls: um construtivismo rousseauniano: Pedro Augusto Pereira Guimarães (Mestrando UFMG)

Sessão de comunicações IV - 16:15 h - 17:55 h
- Uma reação inesperada? Esboço de uma gênese política da Carta a d'Alembert: Rafael de Araújo e Viana Leite (Doutorando UFPR)
- A presença da Teoria política de Rousseau na 1ª Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão: Camila Barbosa Sabino (Doutoranda Unifesp)
- A relação entre a identidade natural e a unidade do gênero humano: um debate entre Rousseau e Diderot: Moisés Rodrigues da Silva (Doutorando UFG)

Conferência de abertura: 18:00 - 19:30
Maria das Graças de Souza (USP)

Coquetel de recepção: 20:00 h

Quinta-feira - 18 de maio

Mesa redonda III - 09:00 h – 10:45 h
- Consciência e justiça em Rousseau: dos tratados de casuística ao tribunal interior: Thomaz Kawauche (Pós-doc UFSCar)
- Das intenções do Discurso sobre as ciências e as artes: o germe do pensamento de Jean-Jacques Rousseau: Arlei de Espíndola (UEL)
- A música como arte imitativa: Rousseau e Rameau: Luiz Felipe Netto de Andrade e Silva Sahd (UFC)

Mesa redonda IV - 10:45 h - 12:15 h
- O ponto nodal “Rousseau” na formação da visão fichteana da ciência da sua época: Marco Rampazzo Bazzan (Bolsista PNPD/PUCPR)
- A Piedade em Rousseau e a Simpatia em Adam Smith: Marisa Vento (IFG)
- A condição feminina em Rousseau e as críticas de Mary Wollstonecraft: Wilson Alves de Paiva (UFG)

Sessão de comunicações V - 14:30 h - 16:10 h
- As contribuições de Rousseau para o Estado laico: Joás de Jesus Ribeiro (Mestrando UFMA)
- Jean-Jacques Rousseau e Claude Lévi-Strauss: concepções teórico-filosóficas e aproximações conceituais possíveis: João Pedro Hypolito Pisa (Graduando UEMS)
- A linguagem em Rousseau: uma análise sobre a origem das línguas na formação do homem natural: Taynara Pereira Silveira (Mestranda- UFMA)

Sessão de comunicações VI - 14:30 h - 16:10 h
- As dietas de Rousseau: Mauro Dela Bandera Arco Júnior (Doutorando USP)
- Entre a sociedade familiar e o pacto político: sexualidade, agricultura e propriedade no Discurso sobre a desigualdade de Rousseau: Paulo Ferreira Junior (Doutorando UFSCar)
- Rousseau e Locke: a propriedade e a punição aos violadores das regras de convivência: Valdir Vieira Rezende (Doutorando PUC-SP)

Minicurso
Gabrielle Radica (Université de Picardie): 16:30 h -18:00 h

Conferências 18:10 h - 20:10 h
François Calori (Université de Rennes)
Pedro Paulo Pimenta (USP)

Sexta-feira - dia 19 de maio

Mesa-redonda V - 09:00 h - 10:45 h
- Rousseau e Condorcet: educar ou instruir?: Fábio de Barros Silva (UFSJ)
- Rousseau: a formação educacional cívica das personagens Sophie e Júlia: Kátia Aparecida Poluca (Doutoranda UFPel) & Neiva Afonso Oliveira (UFPel)
- O Cidadão de Genebra e os Filósofos no Século XVIII: Maria Valderez de Colletes Negreiros (UNESP)

Mesa-redonda VI - 10:50 h - 12:15 h
- O estatuto ambíguo do ler, escrever e interpretar Rousseau: a poética como possibilidade de chave de leitura de suas obras: Luciano Façanha (UFMA)
- O conceito de Natureza em Rousseau: instrumento para o enfrentamento de impasses e contradições em tempos pós-modernos: Paulo César Cedran (IESP)

Sessão de comunicações VII - 14:15 h - 15:50 h
- Deus em questão: Rousseau e Voltaire: Junio Cezar da Rocha Souza (Doutorando UFG)
- A felicidade é o prêmio da virtude? Espinosa e Rousseau: Ravena Olinda Teixeira (Doutoranda USP)
- Rousseau e Montaigne: dos Canibais aos selvagens da América: Leonardo Oliveira Moreira (Doutorando USP)

Sessão de comunicações VIII - 14:15 h - 15:50 h
- A diversidade de formas a serviço da filosofia – a escrita de Platão e de Rousseau como paradigma: Jarbas Luiz dos Santos (Doutorando UNIFESP)
- Jean-Jacques Rousseau e Isaiah Berlin: será o genebrino um inimigo da liberdade?: Fábio Antônio da Silva (Unioeste)
- Jean-Jacques Rousseau e a natureza: Lili Pontinta Cá (Doutoranda UFSCAR)

Sessão de comunicações IX - 15:55 h - 17:30 h
- Vontade de Justiça: bem comum e sociabilidade em Rousseau: Ciro Lourenço Borges Júnior (Doutorando USP)
- Multiplicidade do conceito em Rousseau: Luiz Henrique Monzani (Doutorando UFSCAR)
- Linguagem e política: Rousseau, leitor de Charles Duclos: Lucas de Mello Carvalho Ribeiro (Doutorando/UFMG)

Sessão de comunicações X - 15:55 h - 17:30 h
- A questão da Convenção em Jean-Jacques Rousseau: Wilame Gomes de Abreu (Doutorando UFG)
- Hostilidade e Hospitalidade no pensamento de Rousseau: Nerissa Krebs Farret (Mestranda PUC-PR)
- A função republicana do Tribunato no Contrato social: Vital Francisco C. Alves (Doutorando UFG)

Conferência de encerramento 18:00 h - 19:30 h
Gabrielle Radica (Université de Picardie)

Sábado - 20 de maio

Minicurso
Gabrielle Radica (Université de Picardie)


Mais informações no site:


Lista de trabalhos selecionados para o VIII Colóquio Nacional Jean-Jacques Rousseau - Rousseau e os Filósofos



Arlei de Espíndola – Das intenções do Discurso sobre as ciências e as artes: o germe do pensamento de Jean-Jacques Rousseau
Camila Barbosa Sabino – A presença da Teoria Política de Rousseau na 1ª Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
Ciro Lourenço Borges Júnior – Vontade de justiça: bem comum e sociabilidade em Rousseau
Claudio Araújo Reis – Filosofia e terapia: relembrar, imaginar, esquecer
Fabio Antônio da Silva - Jean-Jacques Rousseau e Isaiah Berlin: Será o genebrino um inimigo da liberdade?
Fabio de Barros Silva – Rousseau e Condorcet: educar ou instruir?
Fernando Henrique Ferreira – As influências de John Locke no conceito de propriedade privada em Jean-Jacques Rousseau
Francielle Silva Cruz – A república e as formas de governo n’O Contrato Social de Rousseau
Francyhélia Benedita Mendes Sousa – Rousseau: da criança apresentada no Emílio ao hipotético homem natural do segundo Discurso
Guilherme Rafael Ramos da Quinta – O legislador e seus horizontes morais: da opinião pública à separação da autoridade que nada é ante a figura do tirano
Gustavo Guth – O direito no segundo Discurso de Rousseau: fim de um ciclo e o retorno à lei do mais forte
Helena Esser dos Reis – Pensar a democracia em companhia de Rousseau e Tocqueville
Isabelle Merlini Chiaparin – Legitimidade do governo e a natureza da justiça: a perspectiva contratualista de Hobbes e Rousseau
Israel Alexandria da Costa – Rousseau e a ética da tolerância
Jarbas Luiz dos Santos – A diversidade de formas a serviço da filosofia – a escrita de Platão e de Rousseau como paradigma
João Pedro Hypolito Pisa – Jean Jacques Rousseau e Claude Lévi-Strauss: Concepções teórico-filosóficas e aproximações conceituais possíveis
Joás de Jesus Ribeiro – As contribuições de Rousseau para o Estado laico
Junio Cezar da Rocha Souza – Deus em questão: Rousseau e Voltaire
Kamila C. Babiuki – Diderot e a sátira: uma caricatura de Rousseau
Kátia Aparecida Poluca Proença e Neiva Afonso Oliveira – Rousseau: A formação educacional cívica das personagens Sophie e Júlia
Kellen Aparecida Nascimento Ribeiro – Cidadania e vontade geral: dificuldades acerca da formação do homem civil
Leonardo Oliveira Moreira – Rousseau e Montaigne: dos Canibais aos selvagens da América
Lili Pontinta Cá – Jean-Jacques Rousseau e a natureza
Lucas Mello Carvalho Ribeiro – Linguagem e política: Rousseau, leitor de Charles Duclos
Lucas Piccinin Lazzaretti – O demônio da melodia: música e linguagem em Rousseau e Kierkegaard
Luciano da Silva Façanha – O estatuto ambíguo do ler, escrever e interpretar Rousseau: a poética como possibilidade de chave de leitura de suas obras
Luiz Felipe Netto de Andrade e Silva Sahd – A música como arte imitativa: Rousseau e Rameau
Luiz Henrique Monzani – Multiplicidade do conceito em Rousseau
Marco Rampazzo Bazzan – O ponto nodal “Rousseau” na formação da visão fichteana da ciência da sua época. A partir de uma nova leitura da quinta conferência do Destino do erudito (1794)
Maria Valderez de Colletes Negreiros – O Cidadão de Genebra e os Filósofos no Século XVIII
Marisa Vento – A Piedade em Rousseau e a Simpatia em Adam Smith
Marta Nunes da Costa – Os Dilemas de Rousseau – uma leitura crítica d’O contrato social à luz de Maquiavel
Mauro Dela Bandera Arco Júnior – As dietas de Rousseau
Moisés Rodrigues da Silva – A relação entre a identidade natural e a unidade do gênero humano: um debate entre Rousseau e Diderot
Nerissa Krebs Farret – Hostilidade e Hospitalidade no pensamento de Rousseau
Paulo César Cedran – O Conceito de Natureza em Rousseau: Instrumento para o enfrentamento de impasses e contradições em tempos pós modernos
Paulo Ferreira Junior – Entre a sociedade familiar e o pacto político: sexualidade, agricultura e propriedade no Discurso sobre a desigualdade de Rousseau
Pedro Augusto Pereira Guimarães – Senso de justiça em John Rawls: um construtivismo rousseauniano
Pedro Paulo Corôa – Rousseau, a filosofia e os filósofos
Pedro Porto dos Santos – O Direito à Tolerância e a Religião Civil em Rousseau
Rafael de Araújo e Viana Leite – Uma reação inesperada? Esboço de uma gênese política da Carta a d'Alembert
Ravena Olinda Teixeira – A felicidade é o prêmio da virtude? Espinosa e Rousseau
Renato Moscateli – Igualdade e reconhecimento em Rousseau: a leitura contemporânea de Charles Taylor
Taynara Pereira Silveira – A linguagem em Rousseau: uma análise sobre a origem das línguas na formação do homem natural
Thomaz Kawauche – Consciência e justiça em Rousseau: dos tratados de casuística ao tribunal interior
Valdir Vieira Rezende – Rousseau e Locke: a propriedade e a punição aos violadores das regras de convivência
Vital Francisco C. Alves – A função republicana do Tribunato no Contrato social
Wilame Gomes de Abreu – A questão da Convenção em Jean-Jacques Rousseau
Wilson Alves de Paiva – A condição feminina em Rousseau e as críticas de Mary Wollstonecraft

Mais informações no site:

quarta-feira, 1 de março de 2017

I Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII




I Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII
4 a 6 de setembro de 2017
Universidade de São Paulo – USP

CHAMADA PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS

APRESENTAÇÃO
A Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII (ABES XVIII) foi constituída em 2014 e formalmente registrada em 2016, a partir do convite e do apoio do Comitê Executivo da Société Internationale d’Étude du Dix-huitième Siècle (SIEDS), à época com sede em Montreal, sob a presidência do Professor Marc-André Bernier, docente da Universidade de Quebec à Trois Rivières, Canadá.
Filiada à Sociedade Internacional, a Associação Brasileira tem como objetivo reunir pesquisadores brasileiros de diversas áreas do conhecimento interessados no pensamento, na cultura e na história do século XVIII europeu, latino-americano e brasileiro. Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos, voltada para o incentivo e o desenvolvimento de estudos acadêmicos relativos ao movimento intelectual conhecido como Iluminismo. Em suas atividades, a associação tem como pressupostos a criação de um espaço multidisciplinar de investigação sobre o século das Luzes, a fim de contribuir para a ampliação das atuais pesquisas e para a formação de novos pesquisadores. A ABES XVIII já conta com uma centena de membros, docentes e pós-graduandos de todas as regiões do país. Para seu primeiro congresso, a associação propõe o tema “As Luzes e o Brasil”.

JUSTIFICATIVA DO TEMA
Consideramos que o tema “As Luzes e o Brasil” permitirá, em primeiro lugar, acolher e fazer um balanço dos estudos de pesquisadores brasileiros sobre o século XVIII, na filosofia, na história, na literatura, na história das ciências, das artes e da educação, bem como em outras áreas das humanidades. Existem, atualmente, diversos grupos de pesquisa sobre as Luzes, disciplinares e interdisciplinares, coordenados por professores de universidades, em todas as regiões do Brasil, e que mantêm seminários e organizam colóquios, tendo em vista o intercâmbio de estudos sobre o tema. Pode-se dizer, sem dúvida, que há uma tradição consolidada de pesquisas brasileiras sobre o Iluminismo em suas mais diversas formas de manifestação.
O Congresso acolherá trabalhos sobre a questão das mulheres no século XVIII. Estes poderão ter como objeto tanto a produção literária e filosófica das escritoras da época, quanto a questão do alcance e dos limites do pensamento do século em relação a questões de gênero.
Haverá também espaço para estudos sobre autores do século XX e XXI que se dedicaram ao exame do legado das Luzes, tais como Hannah Arendt, Adorno e Horkheimer, Foucault, Derrida, Koselleck e outros, cujos trabalhos permitiram medir a relevância e as implicações do pensamento iluminista na cultura e na história do Ocidente.
Além disso, o Congresso espera trabalhos sobre a recepção das Luzes europeias no Brasil e na América Latina. As pesquisas de alguns historiadores brasileiros mostram que as ideias da Ilustração francesa foram recebidas muito cedo no Brasil. É possível identificar a difusão das ideias francesas no Brasil colonial a partir dos relatórios das devassas que foram feitas pela polícia nas bibliotecas dos participantes de algumas das conspirações que ocorreram em território brasileiro na segunda metade do século XVIII. O caso mais evidente é o da Inconfidência Mineira. Segundo os dados recolhidos por Maxwell nos documentos oficiais, o Cônego Vieira, um dos mais cultos dentre os inconfidentes, contava em sua biblioteca com a História da América de Robertson e a Encyclopédie, bem como obras de Voltaire e Condillac. Cláudio Manuel da Costa era tido como tradutor da Riqueza das Nações de Adam Smith (o manuscrito da tradução parece ter sido perdido); circulavam entre os inconfidentes exemplares da História de Raynal, além de obras de Mably.
Finalmente, o Congresso acolherá pesquisas sobre a visão das Luzes europeias acerca do Novo Mundo. Na literatura, na história e na filosofia do século XVIII europeu, a descoberta da América deu ensejo à produção de relatos de viagens, romances e contos, além de ter possibilitado a reflexão acerca das diferenças entre povos e culturas, da questão das origens das civilizações e do direito de colonização. Essa visão europeia manifesta-se nos livros sob duas diferentes perspectivas: por um lado, promovem o olhar do europeu para o que é o outro de sua cultura; por outro lado, por meio de discursos fictícios dos nativos da América sobre a Europa, favorecem uma reflexão sobre a forma como os próprios europeus concebem a alteridade simbolizada pelos povos do Novo Mundo.

COMISSÃO ORGANIZADORA
A Comissão Organizadora é formada por professores de todas as regiões do Brasil, que orientam trabalhos e organizam atividades de pesquisa sobre o pensamento do século XVIII. Esta composição da Comissão tem o intuito de estimular as pesquisas e a adesão à ABES XVIII de docentes e pesquisadores de todo o país.
Presidente: Maria das Graças de Souza (USP);
Membros: Antônio Carlos dos Santos (UFS), Genildo Ferreira da Silva (UFBA), Jacira de Freitas (UNIFESP), Luciano Façanha (UFMA), Luiz Felipe Sahd (UFC), Maria Constança Peres Pissarra (PUC-SP), Pedro Paulo Corôa (UFPA), Pedro Paulo Pimenta (USP), Renato Moscateli (UFG), Rodrigo Brandão (UFPR), Sônia Campaner Miguel Ferrari (PUC-SP), Thomaz Kawauche (pós-doutorando USP).

        PROFESSORES CONVIDADOS
- Lise ANDRIES, professora da Université Paris 4, atual presidente da SIEDS;
- Marc-André BERNIER, professor da Université du Quebec à Trois Rivières, ex-presidente da SIEDS;
- Sébastien CHARLES, doyen e professor da Université du Quebec à Trois Rivières ;
- Michel DELON, professor da Université Paris 4, vice-presidente da SIEDS;
- Clorinda DONATO, professora da California State University, Long Beach, EUA;
- Alberto POSTIGLIOLA, professor da Università di Napoli Orientale.

PROGRAMAÇÃO
A programação dos dias 4, 5 e 6 de setembro de 2017 será organizada da seguinte maneira:
10h00 – 12h00: comunicações;
14h00 – 16h00: comunicações;
16h00 – 18h00: mesas-redondas;
19h00 – 21h00: conferências.

INSCRIÇÃO (PRORROGADA)
Enviar mensagem para congressoabes18@gmail.com até 7 de março de 2017 com as seguintes informações:
- Título da comunicação;
- Resumo (máximo de 500 palavras);
- Nome do(a) autor(a);
- Titulação;
- Vínculo institucional;
- E-mail.

PROMOÇÃO
Este evento é promovido pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
A ABES XVIII possui um site (http://abes18.wixsite.com/inicio/) e uma página no Facebook (https://pt-br.facebook.com/estudos18/). A divulgação desses endereços é livre.